segunda-feira, 15 de março de 2010
Ankle Boot
Ahhhh eu quero uma ankle boot!!! Mais na moda impossível, e pelo que eu andei lendo (porque não sou nenhuma entendida de moda não, só "inxerida"), vai ser A bota do inverno e também do verão, mas com pequenas mudanças, e que é para investir na cor preta! E para que não sabe (eu também não sabia), ankle significa tornozelo, bota até o tornozelo, ohhhhh, rsrsrsrs, e para quem é baixa, é legal colocá-la com uma meia da mesma cor se for usar com saia e tudo o mais, e não optar por aquelas que chegam na panturrilha, exceto as altas e magras que tudo cai bem né. Mais um dia eu também serei altaaa e bemmm magraaa!!!
Aliás, o preço da Arezzo está meio salgadinho, não está não?! R$ 249,90! Ou eu que estou pão-dura? Se você clicar na foto, você tem todas as informações, como material, preço, cor, etc... (foto original do site)
Kiss.
às
16:55
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Ankle Boot
domingo, 14 de março de 2010
Mais um pouco de Alice
Olha que legallll: mais alguns itens sobre o tema Alice no País das Maravilhas. Eu confesso que eu tinha medo desse desenho na época, mas eu admito que era bem legallllll, e na minha época (aff to ficando velha), não tinha tanta coisa divertida assim. E viva o Chá da Alice! rsrsrs... E olha essa flor com olhinhos #) Se eu tivesse uma filha, com certeza iria sair fazendo olhinhos por todo lugar!! (fotos originais do site)
Kiss
Kiss
às
00:52
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Alice no País das Maravilhas
sábado, 13 de março de 2010
Ontem eu passei um pouco mal, tontura e dor de cabeça, e hj de manhã sangrou meu nariz, daí eu fui obrigada a ir no hospital, mas segundo o médico não tem ligação uma coisa com a outra, e pode ser uma labirintite, não sei se é, e tomara que não seja, mas vamos que vamos!
Mais uma inspiração para a páscoa. Bacana, né! (foto original do site)
às
13:59
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Mesa decoração páscoa
sexta-feira, 12 de março de 2010
quinta-feira, 11 de março de 2010
Decoração Mesa Páscoa
Olha que simples e doce! Como a vida! (Estou filosófica hj rsrs)... Uma cestinha com doces, biscoitos, o que você quiser, e na ponta um laço lindo. Mais simples e simpático, impossível! Aliás, ótimo para decorar uma mesa de páscoa, que tal? (Foto original do site)
às
11:02
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Mesa decoração páscoa
domingo, 7 de março de 2010
Adorei essa foto (Original do site) É um remake de Alice no País das Maravilhas. E por que não comemorarmos o nosso Desaniversário, lembra. Na verdada, na época do desenho eu gostava mais dessa parte, do Desaniversário, mas vamos ver o filme para olhar esse mundo diferente!
No próximo dia 23 vamos fazer 1 ano de namoro, de muita aventura, conquistas, alegrias imensas, jamais vividas por mim, de um mundo mais maravilhoso que o da Alice, estou procurando sugestões para comemorarmos, mas acho que é mais a nossa cara comemorar entre amigos mesmo.
terça-feira, 2 de março de 2010
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Esse foi o convite da inauguração da nossa casa, o papel é em vergê e cortei no formato da casa; a fita é cetim e com a etiqueta com os nomes dos convidados. A chaminé serviu como apoio, pois furei o convite e a etiqueta com furador de papel mesmo e segurei ambos com a fita de cetim, ficou lindo, eu adorei. Também gostei das cores, que não ficou nem feminino demais e nem masculino, por isso mesclei essas cores, abóbora, rosa, azul e vermelho.
Kisses.
"Há uma regra de decoração que merece ser obedecida: para onde quer que se olhe, deve haver algo que nos faça feliz! "
Dia desses fui acompanhar uma amiga que estava procurando um apartamento para comprar. Ela selecionou cinco imóveis para visitar, todos ainda ocupados por seus donos, e pediu que eu fosse com ela dar uma olhada. Minha amiga, claro, estava interessada em avaliar o tamanho das peças, o estado de conservação do prédio, a orientação solar, a vizinhança. Já eu, que estava ali de graça, fiquei observando o jeito que as pessoas moram.
Li em algum lugar que há uma regra de decoração que merece ser obedecida: para onde quer que se olhe, deve haver algo que nos faça feliz. O referido é verdade e dou fé. Não existe um único objeto na minha casa que não me faça feliz, pelas mais variadas razões: ou porque esse objeto me lembra de uma viagem, ou porque foi um presente de uma pessoa bacana, ou porque está comigo desde muitos endereços atrás, ou porque me faz reviver o momento em que o comprei, ou simplesmente porque é algo divertido e descompromissado, sem qualquer função prática a não ser agradar aos olhos.
Essa regra não tem nada a ver com elitismo. Pessoas riquíssimas podem viver em palácios totalmente impessoais, aristocráticos e maçantes com suas torneiras de ouro, quadros soturnos que valem fortunas e enfeites arrematados em leilões. São locais classudos, sem dúvida, e que devem fazer seus monarcas felizes, mas eu não conseguiria morar num lugar em que eu não me sentisse à vontade para colocar os pés em cima da mesinha de centro.
A beleza de uma sala, de um quarto ou de uma cozinha não está no valor gasto para decorá-los, e sim na intenção do proprietário em dar a esses ambientes uma cara que traduza o espírito de quem ali vive. E é isso que me espantou nas várias visitas que fizemos: a total falta de espírito festivo daqueles moradores. Gente que se conforma em ter um sofá, duas poltronas, uma tevê e um arranjo medonho em cima da mesa, e não se fala mais nisso. Onde é que estão os objetos que os fazem felizes? Sei que a felicidade não exige isso, mas pra que ser tão franciscano? Um estímulo visual torna o ambiente mais vivo e aconchegante, e isso pode existir em cabanas no meio do mato e em casinhas de pescadores que, aliás, transpiram mais felicidade do que muito apê cinco estrelas. Mas grande parte das pessoas não está interessada em se informar e em investir na beleza das coisas simples. E quando tentam, erram feio, reproduzindo em suas casas aquele estilo showroom de megaloja que só vende móveis laqueados e forrados com produtos sintéticos, tudo metido a chique, o suprassumo da falta de gosto. Onde o toque da natureza? Madeira, plantas, flores, tecidos crus e, principalmente, onde o bom humor? Como ser feliz numa casa que se leva a sério?
Não me recrimine, estou apenas passando adiante o que li: pra onde quer que se olhe, é preciso alguma coisa que nos deixe feliz. Se você está na sua casa agora, consegue ter seu prazer despertado pelo que lhe cerca? Ou sua casa é um cativeiro com o conforto necessário e fim?
Minha amiga ainda não encontrou seu novo lar, mas segue procurando, só que agora está visitando, de preferência, imóveis já desabitados, vazios, onde ela possa avaliar não só o tamanho das peças, a orientação solar, o estado geral de conservação, mas também o potencial de alegria que os ex-moradores não souberam explorar."
Texto retirado na íntegra da coluna da Martha Medeiros do jornal Zero Hora de domingo 24/01/2010.
Post do blog Estudio de Ideias Decorativas
Achei muito bacana o texto, traz exatamente o meu espírito no momento, ser feliz e demonstrar em casa, e deixar o espaço para que todos possam ir sempre em casa e sem cerimônias e por livre e espontânea vontade.
Dia desses fui acompanhar uma amiga que estava procurando um apartamento para comprar. Ela selecionou cinco imóveis para visitar, todos ainda ocupados por seus donos, e pediu que eu fosse com ela dar uma olhada. Minha amiga, claro, estava interessada em avaliar o tamanho das peças, o estado de conservação do prédio, a orientação solar, a vizinhança. Já eu, que estava ali de graça, fiquei observando o jeito que as pessoas moram.
Li em algum lugar que há uma regra de decoração que merece ser obedecida: para onde quer que se olhe, deve haver algo que nos faça feliz. O referido é verdade e dou fé. Não existe um único objeto na minha casa que não me faça feliz, pelas mais variadas razões: ou porque esse objeto me lembra de uma viagem, ou porque foi um presente de uma pessoa bacana, ou porque está comigo desde muitos endereços atrás, ou porque me faz reviver o momento em que o comprei, ou simplesmente porque é algo divertido e descompromissado, sem qualquer função prática a não ser agradar aos olhos.
Essa regra não tem nada a ver com elitismo. Pessoas riquíssimas podem viver em palácios totalmente impessoais, aristocráticos e maçantes com suas torneiras de ouro, quadros soturnos que valem fortunas e enfeites arrematados em leilões. São locais classudos, sem dúvida, e que devem fazer seus monarcas felizes, mas eu não conseguiria morar num lugar em que eu não me sentisse à vontade para colocar os pés em cima da mesinha de centro.
A beleza de uma sala, de um quarto ou de uma cozinha não está no valor gasto para decorá-los, e sim na intenção do proprietário em dar a esses ambientes uma cara que traduza o espírito de quem ali vive. E é isso que me espantou nas várias visitas que fizemos: a total falta de espírito festivo daqueles moradores. Gente que se conforma em ter um sofá, duas poltronas, uma tevê e um arranjo medonho em cima da mesa, e não se fala mais nisso. Onde é que estão os objetos que os fazem felizes? Sei que a felicidade não exige isso, mas pra que ser tão franciscano? Um estímulo visual torna o ambiente mais vivo e aconchegante, e isso pode existir em cabanas no meio do mato e em casinhas de pescadores que, aliás, transpiram mais felicidade do que muito apê cinco estrelas. Mas grande parte das pessoas não está interessada em se informar e em investir na beleza das coisas simples. E quando tentam, erram feio, reproduzindo em suas casas aquele estilo showroom de megaloja que só vende móveis laqueados e forrados com produtos sintéticos, tudo metido a chique, o suprassumo da falta de gosto. Onde o toque da natureza? Madeira, plantas, flores, tecidos crus e, principalmente, onde o bom humor? Como ser feliz numa casa que se leva a sério?
Não me recrimine, estou apenas passando adiante o que li: pra onde quer que se olhe, é preciso alguma coisa que nos deixe feliz. Se você está na sua casa agora, consegue ter seu prazer despertado pelo que lhe cerca? Ou sua casa é um cativeiro com o conforto necessário e fim?
Minha amiga ainda não encontrou seu novo lar, mas segue procurando, só que agora está visitando, de preferência, imóveis já desabitados, vazios, onde ela possa avaliar não só o tamanho das peças, a orientação solar, o estado geral de conservação, mas também o potencial de alegria que os ex-moradores não souberam explorar."
Texto retirado na íntegra da coluna da Martha Medeiros do jornal Zero Hora de domingo 24/01/2010.
Post do blog Estudio de Ideias Decorativas
Achei muito bacana o texto, traz exatamente o meu espírito no momento, ser feliz e demonstrar em casa, e deixar o espaço para que todos possam ir sempre em casa e sem cerimônias e por livre e espontânea vontade.
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